Um breve histórico do consumismo

Depois da Revolução Industrial, com a tecnologia cada vez mais avançada, a produção artesanal foi substituída pela produção em massa. Antes, porém, o consumo era basicamente limitado ao que era necessário – roupas, transporte, alimento; exceto, claro, o luxo de quem sempre pôde bancar.

Com o formato de produção em massa, os trabalhadores também viraram consumidores e, diferentemente dos servos e escravos, contribuíam para que a economia rodasse. O ciclo, então, se estabeleceu com a produção e o consumo em massa.

 

A forma de consumir que conhecemos

Com o passar do tempo, a indústria passou a produzir em mais quantidade os produtos de necessidades básicas e a criar necessidades, transformando a forma como as pessoas compram coisas.

À medida que as necessidades básicas se satisfaziam, as pessoas foram encontrando maneiras de comprar o que lhes trariam mais conforto, segurança e facilidades. Mais tecnologia, mais consumo.

Hoje possuímos em nossas casas e escritórios diversos itens que não precisamos de verdade, mas que fomos condicionados a adquirir porque um dia podíamos precisar. Além disso, compartilhar os objetos com desconhecidos não era algo imaginável. O que acontecia, então? Comprávamos algo que iríamos utilizar uma vez a cada dois meses, ou uma única vez, e o resto dos dias esses objetos ficam parados, sem uso.

 

Uma nova maneira de consumir

Acúmulo, falta de espaço, produção de lixo, impacto ambiental e social, além da dificuldade de transportar todos os objetos adquiridos no decorrer de uma vida foram alguns motivos para esse consumismo sem filtro começar a incomodar algumas pessoas.

Considerando uma nova consciência, se tem falado de Consumo Colaborativo, que é a principal tendência econômica do século XXI.  Todos podem e devem participar desse movimento, independentemente do estilo de vida. O consumo colaborativo consiste em utilizar de formas criativas e econômicas os recursos materiais que já existem, sem a necessidade de adquirir um para si, principalmente quando não se usa com frequência. Comprar de “segunda mão” está cada vez mais comum para economizar e poupar recursos do planeta, e as ideias que surgiram do consumo colaborativo não param por aí.

 

Plataforma facilitadora
O Alooga é uma plataforma que conecta desconhecidos por meio de interesses comuns e facilita o uso pontual de algum objeto. Quem aluga não precisa se preocupar com transporte, armazenamento ou manutenção. Os donos dos objetos ganham uma grana extra e ainda mantem em uso o que ele mesmo não usa. Você aluga pelo tempo que quiser e precisar, economiza tempo, dinheiro e espaço e ainda recebe um dinheiro extra aloogando suas coisas.

Vale a pena conferir o que você pode hoje mesmo Aloogar!