Eis que o Uber decidiu mapear o mundo.

Brian McClendon, antigo profissional que chefiava o setor de mapas do Google, agora está à frente da mesma função, em uma das maiores empresas do mundo em matéria de consumo compartilhado: o Uber. De acordo com Brian, o Google Maps funciona (e muito bem), mas existem diversas informações que são consideradas irrelevantes para o serviço de sua atual empregadora, como, por exemplo, a topografia dos oceanos (WTF, né?!).

Sendo assim ele propõe a união do útil ao agradável, ao passo que o Uber já utiliza os automóveis como principal ferramenta da plataforma. Os carros com sistema de mapeamento farão coberturas completas de ruas, avenidas e estradas, absorvendo inúmeros dados que contribuirão para que os usuários fiquem super bem informados sobre nuances da pista, locais nos quais você poderá estacionar, placas de trânsito, além de detalhar com muito mais precisão a situação ao vivo do tráfego (do mesmo jeito que hoje é feito, só que beeem melhor).

O que podemos destacar dessa iniciativa é mais uma vez a prova de que o Uber se tornou uma ferramenta indispensável nos dias de hoje (no caso, para quem anda de carro), no mesmo patamar de outras gigantes da tecnologia. Hoje a empresa é sinônimo de consumo compartilhado, ao lado da igualmente importante Airbnb, contribuindo diretamente para uma sociedade na qual você não precisa mais possuir um carro para andar em um, a um preço absolutamente competitivo (acesse aqui nosso post sobre a Cultura do Desapego).

E pra quem ainda não entrou na onda da sociedade colaborativa, compre uma prancha. Na verdade, que tal alugar uma no Alooga? Wo-Ho!

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