Economia Colaborativa: Conectando Semelhantes

As dificuldades financeiras dos últimos anos e a consciência de que o meio ambiente deve ser preservado têm levado as pessoas a se conectarem com seus pares para entrar numa economia colaborativa mais sustentável. Conexão é a chave para esse novo estilo de vida e você está convidado para entender melhor os motivos.

A urgência de mudança de hábitos e ideias novas

Com a crise econômica mundial de 2008, grupos de pessoas começaram a observar alternativas mais sustentáveis de viver. Recuperando também o debate dos últimos anos sobre a preservação ambiental e unindo diversos pontos importantes do desenvolvimento socioeconômico, o consumo colaborativo tem cada vez mais visibilidade.

O advento da internet, algumas décadas antes, possibilitou que a sociedade se organizasse em novas conjunturas, unindo-se muito mais por gostos pessoais do que por região – para haver trocas de ideias, informações e experiências não é necessário estar reunido fisicamente. Há todos os diferentes grupos, com diferentes temáticas e práticas, o que abre um universo de oportunidade para quem busca novas formas de preservar o meio ambiente e economizar.

No livro “De onde vêm as boas ideias” (2010 – editora Zahar), Steven Johnson diz que uma ideia inovadora aparece quando uma informação colide com uma ou mais, abrindo uma porta para que surjam soluções para problemas. Não por acaso a economia colaborativa é tendência para este século, já que possui características para ser a solução da crise econômica global e uma alternativa do consumo exacerbado que contribui muito para a atual situação ambiental do planeta.

O momento certo para entrar na economia colaborativa

Esse seria, então, o momento ideal para que a sociedade aderisse à prática do consumo colaborativo e sustentável. Com a internet, uma pessoa pode encontrar infinitas possibilidades de itens para consumir, basta estar conectada com as pessoas certas, com os gostos e ideias específicas.

Além dessa facilidade de encontrar o que cada um deseja, quase como mágica, o consumo colaborativo “não tem nada a ver com um compartilhamento forçado e educado. Pelo contrário, ele coloca em vigor um sistema em que as pessoas dividem recursos sem perder liberdades pessoais apreciadas e sem sacrificar seu estilo de vida”, descreve trecho do livro O que é meu é seu: como o consumo colaborativo vai mudar o nosso mundo, de Rachel Botsman e Roo Rogers – obra clássica desse tema.

Faça parte desse novo estilo de vida

Dessa forma, o mercado fica descentralizado e o consumidor passa a construir uma rede em torno de si, colocando em prática os 3 R’s da sustentabilidade (reduzir, reusar, reciclar) e insere um R a mais de “redistribuir”, voltando a  fazer parte de uma comunidade ativa e protagonista, tirando o foco da posse e dando lugar à experiência – o que realmente importa!

Essa é uma forma diferente de consumir, não há necessidade de uma mudança absoluta, basta se conectar com as pessoas que podem ser a solução do que precisa. O Alooga, por exemplo, é uma plataforma que conecta o locador e o locatário de todos os tipos de produtos. Assim, quem aluga economiza dinheiro, espaço e tempo e quem oferece os produtos para alugar garante uma renda extra e a circulação de energia.

Conheça mais desse novo estilo de vida e comece a Aloogar!